Pessoas carentes são maioria dos inscritos


| Tempo de leitura: 1 min
Os projetos do Fundo Social de Solidariedade atendem principalmente pessoas carentes e público diversificado: senhores, senhoras, jovens, homens, donas de casas e artesãos que querem ampliar seus negócios. Depois da oficina de tear, Ileusa de Souza, 43, deixou de cuidar apenas das tarefas domésticas e ajuda o marido no sustento da casa com a venda de tapetes e toalhas. “Não calculei quanto ganho, mas já não preciso pedir dinheiro para o meu marido para comprar minhas coisas.” Os materiais (linha, cola, botões) para as oficinas são doados por empresas e pelo Fundo ou comprados pelos grupos com o dinheiro de feiras e bazares. O Fundo Social de Solidariedade é ligado ao gabinete do prefeito e possui dotação própria (R$ 50 mil anuais).

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários