Tive a oportunidade de comprovar isso esta semana. Ao abastecer o carro com álcool, era muito difícil ligá-lo de manhã e tinha dificuldade à tarde, quando ia sair do serviço e o carro ficava parado por umas três horas. Além disso, muitas vezes, na rua, o carro ficava “engasgado”. Na sexta passada meu pai foi a Ribeirão em meu carro e abasteceu lá. Na manhã seguinte levei um susto: o carro ligou de primeira, como se fosse um carro a gasolina!
Aí tive certeza do que eu já desconfiava: a qualidade do álcool comercializado em Franca é péssima.
Taís
é leitora do Comércio
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