O terceiro setor


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Os atores sociais, entidades não-governamentais e movimentos sociais organizados, indiscutivelmente, têm trazido à arena política temas da vida privada, seu cotidiano e reivindicações, orientados pelos princípios da proximidade, comprometimento, seriedade e eficiência, posto que perpétuos, e não transitórios como as políticas públicas, que variam de governo a governo, para “gáudio” dos mesmos. A fragmentação cede lugar à sociedade-rede, onde as parcerias desempenham importante papel nesse cenário. A articulação dessa rede, acima de tudo, demanda a construção de um novo diálogo entre esses atores, para o encontro de interesses e potencialização dessas ações. O poder público tem que aprender com essas vozes o caminho e zelar pela sua credibilidade, a fim de que os parceiros se sintam atraídos a participar dessa rede. O Sementes do Amanhã, como política pública, é um bom exemplo de assimilação! A propósito, um estágio dos políticos no terceiro setor ajudaria muito na construção de uma “Política Contemporânea” (sic), onde aprenderiam três princípios básicos que muitos ainda não conhecem: “sangue, suor e lágrimas” (Churchil). “Vem pra rede que a gente ensina”. Parabéns ao Comércio pelo seu compromisso com os mais necessitados. Responsabilidade social, sempre! Maria Ignez Tosello Archetti é ex-diretora da Apae-Franca e ex-secretária de Assistência Social

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