Suspeitos ainda estão soltos


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Principal suspeito de ter matado o industrial Francisco de Assis Tótoli, 63, e de ter violentado a doméstica ZMS em seguida, o desocupado Gilmar Vilela, 24, foi encontrado morto em um cafezal, entre Franca e Ribeirão Corrente, na tarde da última terça-feira. Seu corpo apresentava sinais de espancamento, facadas e estrangulamento. Ele foi linchado horas após a mulher ter procurado a polícia e denunciado o estupro. Segundo informações apuradas pela polícia, Gilmar teria sido rendido por um grupo formado por cerca de dez pessoas na Rua Sabará, Jardim Brasilândia. Os agressores ocupavam um Chevett branco e três motos. Após espancá-lo no meio da via pública, o colocaram no porta-malas do veículo e desapareceram. “Acredito que o crime sexual tenha sido a gota d’água, mas outros crimes praticados por Gilmar no bairro também pesaram. Ele tinha vários inimigos e não era bem-visto naquela região da cidade”, disse o delegado Wanir José da Silveira Júnior. A equipe de homicídios da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) já identificou quatro suspeitos de terem participado do linchamento, mas ainda não conseguiu detê-los. São todos do Jardim Paulista e têm relação próxima com a doméstica e seus familiares. A princípio, eles devem responder por homicídio e ocultação de cadáver.

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