Estrangeiros descobrem que Brasil não é só floresta


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Voluntários estrangeiros constroem laje em casa no Jardim Luiza: ajuda importada
Voluntários estrangeiros constroem laje em casa no Jardim Luiza: ajuda importada
Os 23 voluntários estrangeiros que estavam em Franca desde o dia 7 para ajudar a construir casas populares se despedem da cidade hoje. Eles viajarão para Atibaia (SP) a passeio e embarcarão para seus países no domingo, 20. Os norte-americanos, irlandeses e canadenses deixarão o País com uma imagem diferente da que tinham sobre as cidades brasileiras. O estudante de economia Steven Marsh, 39, de Los Angeles, é um deles. “No meu País, a imagem do Brasil é a da Floresta Amazônica, mas vi coisas bem diferentes aqui, inclusive em Franca.” Marsh gostou da viagem e ficou admirado com a jornada de trabalho do País. “Percebi que os brasileiros trabalham duramente, começam o dia bem cedo. Levantei para correr às 5 horas e já encontrei trabalhadores nas ruas, portas das lojas se abrindo”. Ele também gostou de Franca. “Foi muito bom, conheci pessoas maravilhosas na cidade e me diverti muito.” Os gerentes de banco, estudantes, aposentados, garçonete, assistente social, professores e veterinário ficaram em Franca durante dez dias e ajudaram na construção de duas casas para famílias carentes, sob coordenação da ONG Habitat para Humanidade. Durante nove dias, os voluntários trabalharam no canteiro de obras, das 7 às 16 horas, no Jardim Luiza e Recanto Elimar. A ajuda deles foi essencial para agilizar a construção de imóveis. No Jardim Luiza, eles encontraram a casa na parte de fundações, sem paredes, e deixaram o local com a laje pronta. “Gastamos muita energia e suor, mas valeu a pena ajudar as pessoas a terem uma casa”, disse Steven. Em Franca, os estrangeiros também visitaram uma creche, passearem em chácara e shoppings.

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