Os donos de postos de combustíveis da região se defendem da fama de comercializar o pior álcool do Estado de São Paulo. Joaquim Bizarro, proprietário de um posto em Cristais Paulista, discorda totalmente da forma como a pesquisa é feita.
Para ele, como a ANP (Agência Nacional de Petróleo) não divulga a relação dos postos fiscalizados, todas as cidades ficam com má-fama. “Eu, por exemplo, sempre trabalhei honestamente. Tenho certificado de qualidade do combustível que vendo. Por isso, essa pesquisa não poderia ser generalizada”, disse ele.
Marcos André Bartocci, proprietário de um posto francano, garante que vende álcool de qualidade. “Esse índice precisa ser melhor especificado. Quando o combustível passa por uma distribuidora, acaba sendo comercializado por um preço mais alto, por isso que muitos donos de postos preferem pegar direto dos fabricantes”, disse.
O dono de outro posto francano, Juliano Ribeiro, afirma que toda semana seu combustível é fiscalizado. “Não descarregamos o combustível sem fazer análises, por isso os índices da ANP não deveriam ser generalizados. É preciso um dado mais correto especificando por cidade e principalmente por postos”.
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