Região ainda vende o pior álcool do Estado


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Tabela de preços em posto de combustível refletida em vidro de automóvel. A região 33, composta por 14 municípios, tem o pior álcool do Estado de São Paulo há quatro meses
Tabela de preços em posto de combustível refletida em vidro de automóvel. A região 33, composta por 14 municípios, tem o pior álcool do Estado de São Paulo há quatro meses
A região de Franca continua comercializando o pior álcool do Estado de São Paulo. O Boletim de Qualidade divulgado pela ANP (Agência Nacional de Petróleo), relativo ao trimestre maio-julho, revela que dos 81 postos fiscalizados, 11 apresentaram problemas, representando 13,6%. Mas há de se considerar que o combustível registrou uma melhora, segundo a penúltima pesquisa divulgada relativa aos meses de abril a junho, quando 14,8% dos postos registraram algum tipo de impureza, ou seja, doze locais. Os postos fiscalizados ficam na regional 33, à qual pertencem Franca e outros 13 municípios (veja relação no quadro ao lado). O resultado foi um pouco melhor na região de Orlândia, onde apenas 4,9% apresentaram problemas no álcool. No entanto, os dados foram piores que os da última pesquisa, quando se revelou que 3,7% dos postos comercializam álcool com alguma adulteração. Enquanto isso, nos postos da regional 39, à qual pertence o município de Batatais, verificou-se que 7,4% dos estabelecimentos registraram alguma adulteração, mesmo resultado apresentado na última fiscalização. Por outro lado, a gasolina piorou na regional 33. Dos 81 postos visitados por técnicos da ANP, dois tiveram problemas. O resultado pode ser considerado baixo, porém, na penúltima pesquisa, nenhum posto havia entrado nesse índice. Engrossando a lista dos piores do Estado, dos 81 postos localizados na regional 39 (região de Batatais, Patrocínio Paulista e Itirapuã), cinco tiveram algum tipo de problema, contra quatro na última visita. No ranking, a região de Campinas, Americana, São José dos Campos, Araraquara e Araçatuba empatam em primeiro lugar em qualidade, pois não apresentaram nenhum tipo de impureza no álcool. Também estão bem cotados os postos de Ribeirão Preto. Naquela cidade foram pesquisados 90 e apenas três tiveram problemas, registrando 3,3%. A reportagem entrou em contato com a assessoria da agência para especificar as impurezas constatadas principalmente no álcool durante a pesquisa, mas até o fechamento desta edição, a agência não havia fornecido as informações. Colaborou Paula Faciroli

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