Assassinato de Mário Flávio Trajano


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Agora Marinho (Filho), meu amigo, que Deus lhe de força! E que a justiça dos homens seja feita! Ontem à tarde esta notícia me deixou triste e perplexo. Como alguém ou alguns covardes podem matar uma pessoa sem saber o sentimento e a falta que ela fará à família? E pior, matar alguém que nunca desejou mal a estas pessoas (assassinos)! Tive a oportunidade de trabalhar em sua loja de motos, uma porta que o Sr. Mário me abriu naquele momento de necessidade. Um dia, quando cheguei a seu rancho com uma picanha nos braços, seu pai me disse: “meu filho, quando você vier aqui, não traga nada, vem aqui comigo”. Abriu o freezer: “se acontecer a 3ª guerra mundial vamos ficar por aqui”. Isto eu nunca vou esquecer. Quero saber se os direitos humanos confortaram a família, se estão lá abraçando a esposa, a filha e o Marinho. Será? Isto não dá Ibope, né? Um abraço a toda família... Com carinho. Li-Tai Vieira é leitor do Comércio

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