Uma verdadeira onda de boatos dificultou o trabalho da polícia e aumentou ainda mais a angústia dos familiares de Mário Flávio Trajano durante o período em que ele esteve desaparecido.
Durante todo o dia, o telefone 197 recebeu dezenas de denúncias anônimas, muitas delas sem fundamento e carregadas de maldade.
Uma pessoa não-identificada ligou para a delegacia e disse que havia um corpo carbonizado em mata do Aeroporto. Também houve denúncias falsas de que o cadáver estaria no Jardim Vera Cruz, do outro lado da cidade. “Também ouvimos dizer que o corpo estaria em Batatais. Como temos que checar todas informações, acabamos perdendo muito tempo com as brincadeiras de mau gosto”, disse o delegado Wanir José da Silveira Júnior.
Na manhã de ontem, quando o empresário já estava morto, um aproveitador ligou para a casa dele e disse que o havia seqüestrado. Pediu R$ 1 mil de resgate. “Orientamos a família para não fazer nenhum pagamento.”
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