Wagner Garcia chora e critica a impunidade


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Primo em primeiro grau de Mário Flávio, o empresário Wagner Garcia, diretor-financeiro do Magazine Luiza, deixou de lado seus compromissos pessoais para acompanhar de perto as buscas feitas pela polícia. Repetiu visitas à sede da DIG para saber das últimas informações e à casa da vítima para confortar a família. Chegou a disponibilizar seu helicóptero para ajudar nas investigações. No período da manhã, falou com o Comércio e demonstrou otimismo. “Tenho fé em encontrar meu primo com vida”. Horas depois, o sentimento de esperança deu lugar à tristeza ao ver o primo morto. “Machuca demais. Foi uma maldade, um absurdo. Mataram ele por nada”. Entre lágrimas, Wagner Garcia disse que o primo era uma pessoa querida, um pai de família exemplar e um homem correto. “É um momento de muita tristeza”. Wagner encontrou forças para criticar a impunidade. “A polícia fez um belo trabalho, mas fica com as mãos atadas. As leis beneficiam apenas os bandidos. Essa situação precisa mudar. Caso contrário, crimes iguais ou mais bárbaros vão ocorrer. Espero que justiça seja feita”.

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