O lavrador Renato Nunes de Siqueira, 37, acusado de matar com seis tiros a sua mulher, Mariluza Souza de Jesus, 30, na casa em que moravam, no Sítio Pouso Alegre, zona rural de Batatais, continua foragido. O crime aconteceu há 13 dias e até a tarde de ontem a polícia não havia localizado o autor do homicídio.
Siqueira não se apresentou à polícia. “Nós vamos esgotar todas as possibilidades de encontrá-lo primeiro, para então partirmos para uma medida mais drástica”, disse José Arnaldo Andreotti Júnior, delegado de polícia que investiga o caso. Para ele, Siqueira deve se apresentar a qualquer momento. “O motivo que ele poderia ter para não se apresentar, que era o flagrante, não existe mais”, disse. “Estamos investigando e os policiais estão à procura dele”, completou.
SUSPEITAS
Sobre as investigações, Andreotti afirmou apenas que se trata de um crime passional. O Comércio da Franca apurou que a principal frente de investigação está relacionada ao fato de que a motivação do crime seria o ciúme que Siqueira estaria sentindo da proximidade do relacionamento de Mariluza com um adolescente de 14 anos, filho do lavrador e enteado da vítima.
Andreotti disse acreditar que Siqueira responderá pelo crime de homicídio simples (sem qualificações), que prevê pena de seis a 20 anos de detenção.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.