Times podem disputar torneios simultâneos


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A idéia proposta pela Confederação Brasileira de Basquete (CBB) aos clubes para o novo Campeonato Nacional Masculino - que seria unificado com a Nossa Liga de Basquete (NLB) - prevê a participação de 20 equipes em uma primeira divisão, com o restante dos participantes no grupo de acesso. O formato agrada as agremiações, mas com o calendário apertado, a disputa nacional seria simultânea aos Estaduais. E em São Paulo, pelo menos, não há o menor interesse em diminuir o prestígio da competição. Na reunião entre os Clubes que disputaram os campeonatos da CBB e da NLB ontem, na sede da Federação Paulista de Basquete (FPB), um possível enfraquecimento do Campeonato Paulista é considerado uma idéia utópica. Para os dirigentes, o Estadual de São Paulo é forte o suficiente para garantir o seu espaço no calendário. “O Campeonato Paulista é a competição de basquete mais organizada do país. Tem o seu charme e é interessante para os torcedores e patrocinadores. Existe até o interesse de clubes de outros estados em participar”, garante Eduardo Zanelli, diretor da Hebraica. Segundo antecipou Gerasime Grego Bozikis, presidente da CBB, o Nacional está com o início previsto para outubro. Dentro disso, o presidente da FPB, Tony Chakmati, anunciou que o Campeonato Paulista começará no dia 4 de outubro. A tabela ainda será formulada, mas a idéia é acabar a primeira fase da competição antes do início do Nacional, definindo os oito classificados de São Paulo. “Estou buscando uma outra data para o Nacional. Não podemos perder a importância do Campeonato Paulista. Ele é a essência do nosso calendário”, define Chakmati. Por enquanto, o Paulista Masculino contará com 16 equipes, confirmando as saídas de COC/Ribeirão Preto e Americana Basketball. Há a possibilidade de um convite para o Guarujá participar, mantendo o time que jogou a NLB. Entretanto, mesmo com seu início antecipado, o Estadual pode ter suas fases finais prejudicados pela concorrência com o Nacional. “A gente vai esperar o calendário, mas é quase certo que vamos disputar simultaneamente”, assegura Paulo Silas, presidente de Franca.

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