Após matar, jovem disse pertencer ao PCC


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O jovem ARTR (ele pediu para não ter o nome divulgado) é natural de Goiás e veio para Franca no começo do ano passado. Na manhã do dia 16 de outubro, um domingo, ele ligou aleatoriamente para uma empresa de mototáxi do Centro e pediu para ser apanhado na Rua José Brickman, Jardim do Éden. O mototaxista André Luiz Bastos Tozato, então com 27 anos, atendeu à ligação e dirigiu-se ao local combinado pensando tratar-se de mais uma corrida corriqueira. Era uma emboscada. Quando chegou, foi surpreendido por ARTR, que portava uma pistola 9 milímetros. O criminoso queria a moto para usá-la em um roubo na cidade de Ibiraci (MG). A vítima reagiu e foi baleada nas costas. O jovem foi preso dias depois em Ibiraci por porte ilegal de arma. Na época, chegou a confessar o assassinato, mas não ficou detido por ser menor e não ter sido preso em flagrante. Na oportunidade, ele foi entrevistado pelo Comércio e afirmou ser integrante do PCC. Disse que temia represália da facção criminosa. “Posso até morrer e a minha família também. Quem entra não pode sair, é como vender a alma para o capeta.” O assassinato do mototaxista no Jardim do Éden é apenas um de pelo menos seis crimes praticados pelo jovem. Ele estaria envolvido em assaltos.

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