Alteração de horário vira polêmica


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Desde a semana passada, o horário de funcionamento da Câmara foi reduzido em uma hora. Para conter gastos com hora extra, o presidente Marcelo Mambrini determinou que os funcionários terminassem o expediente às 17 horas, em vez de permanecerem até às 18 horas. A mudança gerou polêmica entre os vereadores. Mambrini relata que o movimento na Câmara justificava a permanência dos funcionários. Por isso, apenas em dia de sessão, três dos oito colaboradores terão de permanecer no trabalho. “São pessoas que colaboram para o andamento da sessão e só trabalharão às terças. A redução do horário gerará uma economia de cerca R$ 8 mil ao mês”, disse. Alguns vereadores discordam da medida. Joaquim Ribeiro (PSB) e Gilson Pelizaro (PT) estão entre eles. Ambos alegam que, fechando mais cedo, a Câmara não propicia ao trabalhador que deixa seu emprego no fim da tarde poder usufruir de atendimento. Nos bastidores, as explicações para a redução de jornada ganham outras versões. Fontes de dentro da Câmara garantem que ela seria uma retaliação aos funcionários. A falta do cumprimento do horário de trabalho e a discordância de alguns deles em relação às imposições de Mambrini seriam os principais motivos da medida. Mambrini nega qualquer relação entre as duas coisas.

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