Ossos foram transferidos


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Os restos mortais do Monsenhor Joaquim Alves Ferreira e do Cônego Joaquim Alves, mortos em 1946 e 1898, respectivamente, foram transferidos do Cemitério Bom Jesus de Batatais, onde estavam enterrados, para um túmulo descoberto há 20 dias em um dos corredores da Igreja Matriz. A sepultura foi descoberta por pedreiros que trabalham nas obras de substituição do piso da igreja. De quinta-feira, dia 3, até o último domingo, os padres foram “velados” em dois pequenos caixões, construídos especialmente para esta finalidade, que ficaram expostos na parte central da Matriz. Os pedreiros chegaram a uma tampa de concreto sobre um buraco e, ao verificar mais de perto, descobriram a sepultura com três metros de comprimento, um de largura e 0,90 m de profundidade. O pedreiro Antônio Sérgio de Souza, 35, foi quem desconfiou do barulho “oco” que ouvia ao pisar no chão e cavou até chegar à “descoberta”. Dentro do jazigo não havia ossos ou restos mortais de ninguém, apenas pedaços de madeira, alças de caixão e pedaços de uma fita amarela. Segundo Eloy, o túmulo foi feito para sepultar o Cônego, mas a família Alves teria transportado os ossos dele para o cemitério paroquial na década de 40.

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