A Câmara Municipal analisa hoje, entre os quatro projetos em pauta, proposta de autoria do prefeito Sidnei Rocha (PSDB) que autoriza a contratação temporária de 14 funcionários pela Prohab (Habitação Popular de Franca). Os profissionais supervisionarão a construção de 160 casas populares no prolongamento do Jardim Santa Bárbara. A aprovação do projeto será o aval para que um convênio, no valor de R$ 2 milhões, firmado no final do ano passado entre a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) e a prefeitura, saia do papel.
Os terrenos foram doados pelo município à CDHU, que financiará os materiais de construção, a serem pagos pelos mutuários parceladamente. A remuneração dos quatro pedreiros, um eletricista, dois encanadores, um apontador, dois carpinteiros, um assistente social, dois seguranças e um engenheiro civil ou arquiteto ainda não foi definida.
Com a autorização da Câmara, em poucas semanas a Prohab realizará processo seletivo simplificado. “As contratações ocorrerão à medida que as obras avançarem. Pedreiros serão um dos primeiros a serem chamados, enquanto encanadores e eletricistas, por exemplo, só começarão a trabalhar depois”, disse. Os contratos durarão seis meses, prorrogáveis por mais seis.
Outros três projetos serão apreciados hoje. Entre eles, um de autoria da mesa diretora, que delimita a atuação dos assessores parlamentares da Câmara. O assunto foi centro de polêmica em março deste ano, depois que dois assessores foram contratados pelo presidente Marcelo Mambrini (PMN) para as funções de recepcionista e instrutor de informática.
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