Em julho, candidatos da região gastaram mais de R$ 110 mil


| Tempo de leitura: 2 min
Os gastos de campanha dos candidatos a deputado da região de Franca não superaram os R$ 114 mil. A primeira prestação de contas entregue pelos cinco concorrentes a uma vaga na Assembléia Legislativa e pelos seis que disputam uma cadeira na Câmara Federal ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), neste domingo, indica que o material impresso de campanha (panfletos, “santinhos”, etc.) dominou os investimentos no mês de julho. Quem mais investiu foi o deputado estadual candidato à reeleição, Gilson de Souza (PFL), R$ 24,3 mil. Há, ainda, quem afirme não ter gasto nada. Neste caso a justificativa é uma só: “A campanha ainda não começou”. É o caso de Paulo Afonso Ribeiro (PT), José Chiachiri Filho (PV) e José Milton Faleiros (PL). Os dados do tribunal mostram também que o candidato a deputado federal Tirso Meirelles (PFL) é quem mais dinheiro tem disponível para a campanha, R$ 50 mil, dos quais já consumiu R$ 20,3 mil. Como essa primeira prestação de contas compreende o mês de julho, o ritmo ainda lento de campanha é a justificativa para não queimar recursos. Somados, os investimentos dos onze candidatos da região são inferiores, por exemplo, ao total gasto pelo ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci (PT). Sozinho, o petista aplicou R$ 143.513,44. Em Franca, a “economia” tem vistas na reta final da eleição. “Os gastos, daqui para frente só tendem a aumentar”, disse Marco Aurélio Ubiali (PSB), que disputa uma vaga de deputado federal com o próprio Palocci. “Vai custar mais é lá para frente. Não só em Franca, mas no País todo”, disse Jorge Luís Júlio, assessor de Roberto Engler (PSDB) candidato à reeleição para a Assembléia. “Nesta primeira fase, é assim mesmo. Tudo está dentro do previsto”, disse Gilmar Dominici (PT), que quer se eleger deputado federal. Gilson de Souza diz que os gastos de sua campanha se devem, em grande parte, ao preço dos serviços contratados. “Hoje em dia qualquer serviço é caro”, disse. Gilson investiu mais de 90% de suas despesas em materiais impressos de publicidade. Assim como ele, também o fizeram Tirso Meirelles e Ubiali (PSB). Entre os investimentos de Tirso, também está a criação de um comitê virtual de campanha. Apesar de ainda indisponível na rede, ele acha que pode ser uma maneira diferente de alcançar o eleitor. “A pessoa pode conhecer nossas propostas, nosso currículo e um pouco de nosso passado de maneira mais fácil”, disse. As informações sobre gastos de campanha estão no site do TSE (www.tse.gov.br). Até as 22 horas de ontem, cerca de 70% dos dados estavam disponíveis. Colaborou Paula Facirolli

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários