Estelionatário é preso durante missa na Catedral


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Cerca de cem pessoas estavam no interior da Igreja Catedral, na manhã de ontem, assistindo à missa das 7 horas. De repente, a celebração foi interrompida e o clima de paz e tranqüilidade deu lugar a uma inédita perseguição policial. Os fiéis levaram um susto ao ver um homem entrar correndo no templo e um policial atrás dele. Era o soldado Menezes na captura de Mário Magno de Souza, um dos acusados de ser um dos bandidos engravatados. A igreja foi o local escolhido pelo acusado para tentar driblar a polícia. Ao ser avistado pelo PM no Centro após ser acusado de integrar o grupo, ele se separou dos demais e entrou na Catedral, imaginando que conseguiria escapar. O soldado que o seguiu, viu quando ele entrou pela porta lateral, sentido Rua Major Claudiano. “Também entrei na igreja de arma em punho. As pessoas se assustaram, mas o lado profissional falou mais alto”, disse Menezes. O homem atravessou a igreja correndo e tentou escapar pela porta que dá acesso à Rua Monsenhor Rosa. Antes de chegar à calçada, foi detido pelo policial. “Em 12 anos que estou na PM, nunca tive que entrar em igreja para prender alguém. Foi uma situação inusitada e, felizmente, tudo terminou bem”. Ao ser preso, Mário Magno vestia uma calça social preta, uma camisa azul e uma gravata colorida. Ao ser levado para a cadeia, ainda estava com o “uniforme”. Em tempo: após a perseguição policial, a missa prosseguiu normalmente, apesar do susto dos fiéis.

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