Terça-feira, dia 1º de agosto, abertura da Fenafic: o que se via nos corredores eram compradores de máquinas e componentes para calçados de cidades como Goiânia, Rio de Janeiro, dos conhecidos pólos calçadistas de Birigüi, Jaú, Santa Cruz do Rio Pardo e de Nova Serrana. Até os gaúchos desfilavam nos corredores do Pavilhão Dharma com garrafas térmicas com água quente e a cuia com chimarrão. Francanos, só mesmo depois das 18 horas.
No entanto, ontem, os representantes de fábricas da cidade anfitriã da segunda edição da Fenafic apareceram em massa. Por enquanto, somente cautela, nada de comprar. “A feira não é o lugar mais adequado para o fechamento de negócios”, disse Thiago Poppi, empresário do setor de máquinas para calçados.
No setor de couro e componentes, o clima também era de otimismo. “Recebi vários compradores de outros Estados no primeiro dia e eles ficaram muito satisfeitos com os nossos lançamentos”, declarou Juliano Neves, proprietário da Couroway, que trouxe novidades para a edição deste ano, com processos inovadores de estampagem em couro.
Se no segundo dia o tom das visitas foi de mais conversas, a tendência para hoje é de fechamento de negócios. No setor de máquinas, a expectativa é de vendas 10% superiores em relação ao ano passado. No de couro, o otimismo é maior, com índices ultrapassando a marca de 20%. Amanhã é o último dia da segunda edição da Fenafic, no Pavilhão Dharma.
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