“Nós somos um povo de comportamento desonesto de maneira geral”.
Não concordo com esta afirmação, conforme a revista Veja (edição 1905) em entrevista do Sr. João Ubaldo Ribeiro (escritor). Acredito que a grande maioria do povo seja honesta, e que essa minoria de desonestos vai passar no tempo.
Mas não pode ocorrer se somente usarmos o voto como arma para punirmos as elites corruptas; precisamos de instituições fortes e ativas, cujo poder não esteja ligado a este ou àquele partido, e, sim, à verdade.
Na década de 70, fui presidente de mesa nas eleições. Naquela época, tive uma sensação de euforia em relação aos partidos políticos que se formavam. Nunca pensei que viria presenciar essa deterioração dos partidos e dos políticos, ficando à mercê de PT, Lula e Cia.
“Que país é este?”
João Viana Medeiros
é leitor do Comércio ... e da Veja
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