Infrator: muito processo, mas pouca pena


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O sapateiro EG responde a processos administrativo e criminal. Se a família de Vando Rodrigues desejar, poderá abrir o terceiro, na área cível. O primeiro corre pelo Ciretran. A reportagem apurou nesta delegacia que EG pode ser suspenso por até um ano. Na pior das hipóteses, corre o risco de ter sua CNH cassada. Neste caso, teria de tirar uma nova. De qualquer maneira, em um curto período, poderá voltar normalmente ao volante de um veículo. No processo criminal, como foi acusado por dirigir embriagado e homicídio culposo (sem intenção de matar), EG pegará, se condenado, pena entre dois e quatro anos de detenção. Ou seja, não vai para a cadeia. No máximo, terá de prestar serviços comunitários ou doar cestas básicas. Edinéia Sanches não decidiu se entrará com processo na área cível, onde pode reclamar indenização por danos morais e materiais. Procurado pela reportagem, EG não estava em casa. Sua mulher disse que o sapateiro não vai mais se manifestar sobre o desastre que matou Vando Rodrigues. “Tudo o que ele tinha de falar para rádio ou jornal disse quando aconteceu o acidente. Não há mais nada a ser dito”.

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