Lojas de plantas têm que explicar combate à dengue


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O combate ao mosquito da dengue acaba de ganhar mais um reforço no município. A Prefeitura promulgou ontem lei que obriga os estabelecimentos que comercializam plantas a afixarem, em locais visíveis, placas com informações que expliquem como eliminar criadouros. O tamanho e as informações da placa também devem obedecer ao padrão estipulado pela Prefeitura. A maioria deles dizem respeito aos cuidados com vasos e com plantas que possam acumular água, como as bromélias, por exemplo. A punição para o descumprimento da lei não deve ser severa, pelo menos da primeira vez em que fiscais não encontrarem as placas. A primeira infração, de acordo com a lei, será uma advertência. Mas, para quem insistir em não cumprir a determinação, a segunda infração pode chegar a R$ 6,2 mil. Para o Diretor da Vigilância em Saúde do Município, Fernando Baldochi, a iniciativa é válida. “Quanto mais a comunidade se orientar dos cuidados e colaborar para isso, menores serão as chances da cidade ter uma epidemia de dengue ou passar por situações como Ribeirão Preto, por exemplo”, disse. Os casos de dengue em Ribeirão Preto são alarmantes. A Vigilância Epidemiológica daquela cidade já registrou mais de dois mil casos somente neste ano. Em Franca, o número chega a 68, quase quatro vezes maior que o registrado em todo ano de 2005 (18 casos). Mas, dos 68 confirmados, apenas 18 foram contraídos na cidade, os chamados autóctones. Os bairros com maior incidência de casos foram o Jardim Redentor, Dermínio e adjacências. O monitoramento pelos agentes de saúde continua. “A situação está sob controle, mas não podemos nos descuidar”, disse Baldochi.

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