Bolsa: Acessório obrigatório


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Sempre com modelos criativos e próprios para cada ocasião, a bolsa feminina é um acessório mais do que indispensável e está em toda parte: na balada, no trabalho, em festas ou casamentos. Capazes de guardar inúmeros objetos, as bolsas podem ser grandes, pequenas, coloridas, clássicas ou discretas. Cada vez mais as mulheres têm a necessidade de carregar mais objetos de maneira mais prática e confortável. Por isso, é difícil encontrar quem não tenha uma bolsa, não importa a classe social. Opções não faltam: em jeans, tecidos, couros, sintéticos, brim, há também modelos mais criativos, como os artesanais, feitos de zíper, anéis de latinha de cerveja, enfeitados com bótons e em formatos variados, como baús, saias, bolas, laços, enfim, uma infinidade de opções. Não existe um acessório mais útil do que a bolsa. É possível encontrar praticamente tudo dentro de uma bolsa feminina, como diz a operadora de caixa Débora Renata de Andrade Paludeto, 23. “Não saio de casa sem bolsa, pois ela é um acessório muito importante na nossa vida. A minha está sempre cheia de coisas: carteira, maquiagem, canetas, documentos, uma bagunça”. Mas o senso estético nunca é deixado de lado. “Tento sempre combinar as que eu tenho com roupas e sapatos ou usar alguma de cor neutra, que dá certo com tudo”, diz. A moda permite que cores e materiais diferentes sejam combinados, refletindo a personalidade e o estilo de cada mulher. E hoje em dia usam-se bolsas de todo tipo, conforme gostos e necessidades pessoais. O importante é ter bom senso para tentar usar a bolsa certa no lugar certo, como diz Melissa Alves Ferreira, 26, vendedora. “Tenho mais de dez: sociais, esportivas, de lona, mais chiques e finas; cada dia uso uma. Como existem milhares de tipos de bolsas, tem como as mulheres variarem bastante, além de haver opções com preços bem acessíveis.” Outra vantagem é poderem ser confeccionadas artesanalmente, bastando apenas materiais diferentes e muita criatividade, como, por exemplo, materiais recicláveis, retalhos, miçangas, etc. Além disso, as bolsas não dependem de uma data específica para serem produzidas e comercializadas, como diz Domingos Antônio Fonseca, 42, consultor e modelista de bolsas e professor de confecção de bolsas no Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial), que trabalha com bolsas há mais de 12 anos. “Produzo mais de 3 mil bolsas por mês e posso dizer que são um produto que não tem uma época certa para vender, sempre há grande saída.”

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