‘Não saio para perder’, diz Chiachiri


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O candidato a deputado federal, José Chiachiri Filho (PV), está otimista em relação às suas perspectivas de votação expressiva suficiente para levá-lo à Câmara dos Deputados. Ele carrega consigo a popularidade de seu nome e seu conhecimento como historiador para surpreender os concorrentes e se tornar mais um membro do Congresso Nacional. Comércio - O que levou o senhor a se candidatar a deputado federal? José Chiachiri Filho - Em primeiro lugar, fui convidado. O Partido Verde precisa de 5% dos votos totais e 2% em cada um dos Estados. O PV me chamou e, depois de conversar com alguns amigos e a família, todos com quem conversei acham que Franca precisa ter um deputado federal. Por isso, resolvi sair candidato. Comércio - Como foi voltar à política partidária depois de 23 anos? Chiachiri - Na verdade, não estou voltando. Eu nunca larguei da política. Eu só não me candidatei, mas sempre participei, sempre com o nosso grupo, em todas as eleições, com exceção da última para prefeito (vencida por Sidnei Franco da Rocha). Ou seja, eu nunca parei. Comércio - Da época em que foi eleito vice-prefeito, em 1976, o que mudou na política local? Chiachiri - Aquele grupo, o “Grupo Novo”, envelheceu. Eu fiquei 30 anos mais velho. Mas os ideais são os mesmos. O que são os ideais? São algo que buscamos atingir sempre, como a igualdade, a honestidade e a moralidade. O que temos que evitar é que esses ideais se transformem em coisas mortas. Comércio - E as perspectivas do senhor para a campanha eleitoral? Chiachiri - Eu recorro a um ditado mineiro: “Eleição e mineração, só depois da apuração”. Mas uma coisa é certa: saio para ganhar. É a mesma história de 30 anos atrás, quando o “Grupo Novo” foi lançado. Ninguém acreditava na gente. Mas, na vida, aprendi que a política é um ato de coragem.

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