O projeto de autoria do Executivo que prevê a assinatura do convênio entre Prefeitura e Polícia Militar para que a corporação volte a realizar fiscalização do trânsito na cidade foi adiado por três sessões a pedido do presidente da Câmara, Marcelo Mambrini (PMN). O motivo foi o artigo que previa gratificação aos policiais militares que realizassem o serviço.
Dezenas de PM’s acompanharam a votação. A bancada de oposição ao governo, comandada pelos vereadores petistas Gilson Pelizaro e Silas Cuba, derrubou a intenção da Prefeitura. “É uma coisa genérica. Não diz de quanto será o bônus, de onde virá a verba. São coisas necessárias, caso contrário daremos um cheque em branco ao prefeito”, disse Pelizaro.
Nas demais votações, o destaque foi a derrubada do veto do prefeito Sidnei Rocha (PSDB) ao projeto de Joaquim Pereira Ribeiro (PSB) que disponibiliza exames de DNA de graça à população carente.
Outros dois vetos do prefeito foram derrubados. Um impedia a criação do Programa Municipal de Desburocratização e outro a obrigatoriedade da fixação de placas com nome, especialização e registro de médicos que atendem nos PSs e nas UBSs. Já o que previa reserva de vagas para professores negros e afrodescendentes foi retirado.
Dois projetos do Executivo foram aprovados em regime de urgência. O primeiro autoriza repasse de R$ 186,6 mil à Santa Casa e o segundo remaneja verbas no valor de R$ 2,4 milhões para áreas prioritárias, principalmente a operação tapa-buracos, que ficará com R$ 1,5 milhão, e a Educação.
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