Se estivesse em funcionamento hoje, a farmácia popular poderia produzir até 500 mil cápsulas por mês. Débora Chioca, farmacêutica técnica da rede pública, disse que alguns medicamentos estão sendo estudados para a produção em grande escala, entre eles anti-hipertensivos, anti-micóticos, xaropes e pomadas ginecológicas.
O pedido de autorização para o funcionamento foi encaminhado em março à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), mas até agora não houve nenhuma resposta nesse sentido. Alexandre Leonel, farmacêutico responsável pela farmácia de manipulação Água Verde, acredita ser pouco provável que o Ministério da Saúde autorize a produção de medicamentos em Franca.
Para Leonel, é preciso definir antes o formato da produção dos medicamentos. “Se a farmácia trabalhar no formato de manipulação, ela só poderá preparar o medicamento quando a receita chegar ao balcão. Se for produzir em grande escala, terá que registrar o produto como similar no Ministério da Saúde”, disse.
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