Se o armador Nezinho vem mesmo para Franca ninguém sabe. No entanto, a matéria publicada ontem pelo Comércio, em que torcedores opinaram sobre a eventual contratação do ídolo do ex-time de Ribeirão Preto, aumentou a polêmica sobre o assunto.
Tanto no Orkut quanto no site do Comércio, torcedores se manifestaram sobre a idéia de um dia Nezinho vestir a camisa do Franca Basquete.
Para alguns, isso seria um sacrilégio. Vários integrantes da torcida organizada Tradição deixara claro preferir não vê-lo com a camisa do time. Outros, como o ex-jogador Fernando Minuci, defendem a contratação dizendo tratar-se de um jogador com desempenho acima da média, o que aumentaria a chance do time local ser campeão do Estadual.
A dificuldade para acertar com o jogador continua a mesma. Seu alto salário dá subsídio àqueles que não o querem. Ontem, o empresário Marco Aurélio Magrin, o Piu, 67, dono do restaurante Barão, no Centro, lembrou outro motivo para mostrar que sua vinda não seria inte ressante para a equipe. “O Nezinho aqui no Franca Basquete não funciona. Ele joga na mesma posição do Helinho e seria preciso alguém como o Demétrius. Eu nunca vi o Nezinho jogar de ala”, disse. Polêmica à parte, o debate continua. O jogador está no Rio com a seleção e não atendeu a reportagem.
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