Comprar um produto sem tocar e vê-lo apenas pela tela do computador ou mesmo assistir à oferta na TV e ligar para a loja e encomendar o que se quer. Comerciantes de diversas redes aderiram a essas opções e oferecem aos clientes os mais variados produtos. Para quem não tem acesso à internet, é possível escolher uma mercadoria com auxílio de um vendedor.
O Magazine Luiza tem esse canal de vendas. A loja é a única com redes virtuais. O que diferencia as compras feita pela internet e em casa é o contato com o vendedor.
Há 13 anos no ramo e um mês na loja do Parque Vicente Leporace, José Tomás Alexandre Colli, gerente do Magazine Luiza, disse que o vendedor faz a diferença na hora de apresentar os produtos. “Diferente da compra pela internet, na loja virtual a pessoa pode negociar preços tranqüilamente”, disse.
A loja virtual dá mostras de que o comerciante evoluiu e pode atingir consumidores que não têm acesso ao computador e mudar os hábitos de quem mora em locais afastados dos grandes centros.
Em julho de 1992, o primeiro ponto-de-venda seguindo esse modelo de loja virtual foi aberto na pequena cidade paulista de Igarapava. Na época, a imagem dos produtos era gravada numa fita de vídeo e reproduzida na televisão instalada dentro da loja.
“Com os recursos de multimídia, tudo está bem mais fácil hoje e todas as pessoas têm acesso a essas modernidades. As pessoas estão acostumadas com esse comércio e já não fazem questão de apalpar o produto”, disse o gerente. Na loja, aliás, ao comprar qualquer móvel ou eletrodoméstico, o cliente pode vê-lo de vários ângulos.
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