Cinco pessoas foram presas acusadas de furto e receptação em Franca. Entre os acusados há um adolescente de 17 anos e um comerciante de 53. Após a prisão de alguns suspeitos, a polícia apreendeu vários aparelhos eletroeletrônicos que estavam sendo comercializados em uma loja na Vila Pedigoni. A quadrilha foi descoberta durante uma operação-bloqueio da Polícia Militar realizada na Avenida Flávio Rocha, na tarde de sexta-feira, 14.
A abordagem de um Monza com três pessoas em seu interior fez com que os soldados localizassem um computador furtado, ocultado no porta-malas do veículo. JDG, 17, seu irmão, o sapateiro JDG, 21, e o condutor do carro, ACCM, 27, moradores da Vila Imperador, que segundo ele apenas estava dando carona para seus vizinhos,foram levados à delegacia, onde o sapateiro confessou ter furtado o computador e outros objetos no escritório da Sociedade Hípica no Parque “Fernando Costa”.
Ele também relatou que vendeu o aparelho de fax, furtado do mesmo local, para um comerciante na Vila Pedigoni, pelo valor de R$ 50. Os equipamentos que estavam no carro teriam o mesmo destino. Eles seriam entregues à mesma loja, especializada na venda de aparelhos eletrônicos usados. A polícia também recuperou outros produtos furtados que estavam na casa de MGF, 23, envolvido no delito.Ele foi preso pelo crime de receptação.
RECIBO
Um recibo de compra e venda de mercadorias assinado pela filha do comerciante RAB, 53, delatou todo o esquema de receptação de objetos furtados. A prova de que a polícia precisava para indiciá-lo estava em poder de um dos ladrões. Com o sapateiro que vendeu o aparelho foi localizado o recibo da loja, constando inclusive endereço.
Os agentes foram até a loja apontada pelos acusados e lá apreenderam outros aparelhos, que a polícia acredita terem sido adquiridos de maneira ilícita. Todos os objetos cuja comprovação de origem é aguardada foram recolhidos. “Investigaremos se estes aparelhos foram roubados ou furtados. Enquanto isso, eles já foram indiciados e presos por furto e receptação, inclusive o comerciante”, disse o delegado Eduardo Lopes Bonfim.
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