Para govenistas, não há nada a ser feito


| Tempo de leitura: 1 min
Dos nove vereadores ouvidos pelo Comércio sobre ao plágio de questões descoberto no concurso da Câmara, quatro consideram que nada há para ser feito em relação ao caso. O presidente da Câmara, Marcelo Mambrini (PMN), Jepy Pereira (PSDB), Rui Engrácia (PSDB) e Luiz Carlos Fernandes (PDT) acreditam que, agora, apenas a Justiça poderá intervir. Maurício Chináglia (PSB), até ontem, não sabia como se posicionar. Para Mambrini, o assunto não é objeto de sua alçada. “Está fora da minha competência. O que a Justiça determinar vamos ter que cumprir”, disse, sem maiores preocupações. Engrácia e Luiz Carlos buscaram esclarecimentos no Departamento Jurídico da Câmara. Ambos disseram ter sido tranqüilizados depois da consulta. “De acordo com a área jurídica, não há incompatibilidade. Mas, se a pessoa acha que deve recorrer, tem todo direito de recorrer na Justiça”. Jepy Pereira endossou a versão do responsável pela formulação das questões da prova de Direito, José Sérgio Saraiva. Para eles, criar questões novas, hoje, é tarefa muito difícil. “Eu assino o que o Saraiva falou. Estava consultando arquivos de questões que tenho e vi que, muitas vezes, elas realmente são muito parecidas. Em diversas provas batem”, disse Jepy. O tucano disse ainda não saber se a concentração de questões idênticas nas duas provas foi exagerada.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários