Seminário discute Lei sobre fracionamento de remédios

Profissionais farmacêuticos e acadêmicos do curso de farmácia da Unifran (Universidade de Franca) participam hoje, no anfiteatro de odontologia, das 19 às 22 horas, do primei

13/07/2006 | Tempo de leitura: 1 min

Wilson Rigoni explica que farmácias terão prazo para se adequarem à venda de medicamentos fracionados
Wilson Rigoni explica que farmácias terão prazo para se adequarem à venda de medicamentos fracionados
Profissionais farmacêuticos e acadêmicos do curso de farmácia da Unifran (Universidade de Franca) participam hoje, no anfiteatro de odontologia, das 19 às 22 horas, do primeiro seminário sobre fracionamento de medicamentos. O seminário será conduzido pelo diretor-tesoureiro do CRF (Conselho Regional de Farmácia), Pedro Eduardo Menegasso, e pela coordenadora do grupo de fracionamento do CRF, Priscila Camacho de Juste. Eles tirarão dúvidas sobre o fracionamento de remédios e a legislação que já entrou em vigor, mas ainda não foi colocada em prática. Wilson Rigoni, coordenador do CRF, explica que os medicamentos fracionados ainda estão sendo fabricados e não há data estipulada para sua comercialização. Cada unidade fracionada, segundo ele, será acompanhada de uma bula, informando o princípio ativo, lote, validade e concentração do medicamento. O destaque da embalagem deve ser feito sob a supervisão do farmacêutico responsável. Rigoni adianta que as vendas devem começar por um projeto piloto em uma única farmácia, para somente depois (cerca de três meses) ser adotado por outras, o que também não será obrigatório. O fracionamento de medicamentos não vai baratear o produto, mas evita desperdício e não estimula a automedicação. “Para as farmácias também não haverá diferenças, não teremos prejuízos e nem ganhos maiores”, disse Rigoni.

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