Segurados questionam avaliação de peritos


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Em uma carta de desabafo, a leitora do Comércio AMR, 45, se disse indignada com o tratamento dos peritos na agência de Franca. Professora de escolas do Estado e município, ela teve alta dada por perito do INSS. Já os médicos do Estado comprovaram sua incapacidade laborativa e ela continua afastada do cargo. AMR está com problemas de visão e depressão. “Gostaria de saber quais os critérios utilizados para a avaliação dos peritos. Se um profissional constatou a incapacidade ao trabalho, como pode outro contestar?” Adriano Della Marta, gerente regional do INSS, disse que não pode falar de um caso específico, já que qualquer parecer depende do médico. “Não tenho competência legal para falar do aspecto da doença. O que posso dizer é que os profissionais não questionam a existência da doença e sim até que ponto ela atrapalha no trabalho. Mas neste e em outros casos em que a pessoa não concorde com a opinião médica, nada a impede que faça um pedido de prorrogação do benefício ou mesmo seja avaliada por uma junta médica. Avaliação incorreta existe sim e por isso todo caso pode ser revisto”. (RM)

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