Adriana está em Franca, diz advogado


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Desde quando foram confirmados os pedidos de prisão preventiva da advogada Adriana Telini, nos dias 13 e 23 de junho, pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Franca e Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE), começaram os rumores de que ela teria fugido para a Itália. Como ela está impedida de exercer a profissão, em função da decisão da OAB, que suspendeu sua autorização para advogar até o dia 21 de setembro (veja no quadro), seu escritório encontra-se fechado. Seu advogado, Rui Engrácia Garcia, negou, na tarde de ontem, que sua cliente tivesse deixado o País. “Ela está na cidade”, restringiu-se a dizer a respeito do paradeiro de Adriana. Com relação à intimação da CPI para que sua cliente preste depoimento na no dia 11, em Brasília, o advogado disse nada saber. “Não tenho conhecimento sobre essa intimação”. Ele disse também que não leu a reportagem publicada pelo Comércio, na edição de sábado, a respeito do assunto. A matéria traz detalhes da convocação e revela que, se Adriana não comparecer ao depoimento, agentes da Polícia Federal serão acionados para levá-la à força. Indagado se sua cliente pretende comparecer, o advogado disse que não se manifestará a respeito enquanto não tomar conhecimento do conteúdo do documento.

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