No Brasil, País predominantemente católico, o Dia do Panificador é comemorado no mesmo dia de Santa Isabel, a padroeira desses trabalhadores. A história da santa remota ao ano de 1333, em Portugal. Conta-se que, na época, houve uma fome terrível, em que nem os ricos eram poupados. O rei era D. Diniz, casado com D. Isabel, uma rainha benevolente e cheia de virtudes. Na tentativa de aliviar a situação, ela empenhou suas jóias e comprou trigo para abastecer o celeiro real e, assim, manter seu costume de distribuir pão aos pobres durante as crises.
Em um desses dias de distribuição, apareceu inesperadamente o rei. Temendo a censura, ela escondeu os pães nos panos do seu vestido. O rei percebeu o gesto e perguntou, surpreso, o que ela escondia ali. Nesse momento, a rainha elevou o pensamento a Deus e respondeu, com a voz trêmula, que ali havia apenas rosas.
Como estavam em janeiro e naquele local não eram comuns rosas nessa época, o rei pediu para vê-las. Santa Isabel abriu os braços e, para espanto geral, caíram rosas frescas e de um perfume encantador. Enquanto o rei, surpreendido, beijava as mãos da mulher para depois se retirar, a multidão gritava: “Milagre, milagre”. (Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul - www.ufrgs.br)
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