Dos 56 aprovados na OAB, 31 são da FDF

A FDF (Faculdade de Direito de Franca) lidera as aprovações de estudantes da cidade no 129º Exame da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).

08/07/2006 | Tempo de leitura: 1 min

Lívia Franchini foi aprovada no exame da OAB. “Escola me deu uma boa base”
Lívia Franchini foi aprovada no exame da OAB. “Escola me deu uma boa base”
A FDF (Faculdade de Direito de Franca) lidera as aprovações de estudantes da cidade no 129º Exame da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). Dos 56 aprovados (foram 408 candidatos inscritos da cidade), 31 se formaram na instituição, o que corresponde a 55,36% do total de alunos que passaram. Dos demais, 12 são alunos da Unesp (Universidade Estadual Paulista) e 11 da Unifran (Universidade de Franca). Dois nomes não foram identificados pelas instituições. Para representantes da FDF, o bom desempenho comprova a qualidade de ensino da autarquia, em atividade há quase 50 anos. “Apesar dos baixos índices de aprovação nos últimos exames de Ordem, a Faculdade de Direito mantém um percentual positivo de aprovação, numa demonstração de que os alunos da instituição estão recebendo um ensinamento jurídico eficaz”, disse o secretário Hugo Marangoni. O diretor Euclides Berardo, que havia justificado o alto índice de reprovação nas provas pelo despreparo e dificuldades de interpretação dos universitários, comemora. “O nível dos alunos tem diminuído ao longo dos anos, mas a Faculdade de Direito não padece desse problema pela seleção disputada que tem.” O vice-diretor da Unesp, Fernando Fernandes, e o diretor do curso de Direito da Unifran, José Martos, não foram localizados ontem para comentar os resultados de seus alunos. VITÓRIA A advogada Lívia Edalides Franchini é formada pela Faculdade de Direito, e agora foi aprovada no 129º Exame da Ordem. Ela terminou o curso em 2004 e havia prestado a prova em dezembro, pela segunda vez, e obteve sucesso. “A avaliação exige bom conhecimento do aluno e boa interpretação de texto, mas não é difícil para quem estudou em uma instituição de qualidade. A escola me deu uma base muita boa”. Lívia Franchini quer advogar e prestar concursos públicos.

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