Polícia volta a procurar assassinos de comerciante soltos essa semana


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O corpo de Valdir José da Silva é carregado em caixão. Assassinos que confessaram o latrocínio do comerciante estão soltos por um erro da autoridade policial, que volta a procurá-los
O corpo de Valdir José da Silva é carregado em caixão. Assassinos que confessaram o latrocínio do comerciante estão soltos por um erro da autoridade policial, que volta a procurá-los
Caiu como uma bomba a informação de que os assassinos do comerciante Valdir José da Silva, 46, morto durante um assalto na noite do dia 26 de abril, saíram da cadeia na última segunda-feira. Réus confessos de um crime de latrocínio e que se condenados podem pegar até 30 anos de cadeia, os acusados do bárbaro crime ganharam a liberdade, após o prazo de prisão temporária ter expirado. Adriano Eduardo Bueno, Jean Ricardo de Souza e Sérgio Augusto da Silva saíram da cadeia do Guanabara por uma falha no relatório do inquérito policial, que não foi remetido ao Fórum “Alberto de Azevedo” em tempo hábil com pedido de renovação da temporária ou o pedido de prisão preventiva dos acusados. “Não posso pedir a prisão preventiva com eles presos”, disse o delegado Jairo Antônio dos Santos, do 2º Distrito Policial. A lei federal que trata dos pedidos de prisão temporária diz que, vencido o prazo desta, o réu deve ser colocado em liberdade, salvo tenha ele prisão preventiva decretada. O delegado responsável pelo inquérito garantiu que agora existe o pedido de prisão dos envolvidos. “Montamos um esquema para a captura desses indivíduos. Eles vão voltar para a cadeia”, disse o delegado. Ontem, algumas buscas foram feitas, mas eles não foram encontrados. Uma denúncia anônima informou que um deles teria viajado para Mato Grosso.

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