No Jardim Noêmia, o centro comunitário foi criado há 15 anos, chegou a funcionar e a diretoria conseguiu um terreno da prefeitura para construir a sede. As paredes com ferragens começaram a ser levantadas, mas, por desentendimento entre os diretores, as obras foram interrompidas e a área está completamente abandonada.
A proximidade com a Escola Estadual “Lúcia Gissi Ceraso”, onde estudam 410 crianças, agrava a situação. A unidade de ensino divide muro com o prédio inacabado, o que facilita o acesso de ladrões e a invasão de bichos.
Desde 2003, funcionários da escola buscam solução para o problema. “Procuramos a prefeitura para demolirem o ‘imóvel’, limpá-lo, retomar a construção ou doar para o Estado construir mais salas de aulas. Mas não adiantou.”, disse a diretora Roberta Fernandes.
No Parque Progresso, os vizinhos convivem com o abandono do prédio da Associação de Moradores. A entidade foi desativada e a sede ficou à mercê de usuários de drogas, prostitutas e lixo. A nova diretoria tenta parcerias para retomar as atividades no local.
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