‘O objetivo é atacar a parte financeira do bando’


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Ligada ao PCC, a quadrilha abastecia Franca com cerca de 20 quilos de maconha todas as semanas. A venda de drogas seria comandada de dentro da cadeia, por meio de telefones celulares. Seis integrantes do bando já foram presos pela Dise. Responsável pelo tráfico na região do Leporace, “Scop” está foragido. Em Ribeirão, o esquema é comandado por dois casais. Apenas os homens estão presos. O delegado Pedro Luiz Dallaqua falou sobre o caso. Comércio da Franca - Como a polícia chegou ao escritório contábil da quadrilha? Pedro Dallaqua - É a seqüência de uma investigação aberta para apurar a ação de uma quadrilha que trazia drogas de Ribeirão Preto para Franca. A maconha era entregue ao Scop, líder do bando na cidade, que fazia a distribuição a pequenos traficantes e viciados. Agora, estamos investigando a ramificação da quadrilha em Ribeirão, que tem ligação com facção criminosa. Nossa intenção é desmantelar a parte contábil do grupo. Vamos atacar a parte financeira para que eles não tenham como adquirir mais entorpecentes. Comércio - Quantas pessoas já foram presas? Dallaqua - Aqui em Franca, estão presos seis membros da quadrilha que revendia a droga a mando do Scop. Em Ribeirão, identificamos dois casais. Um rapaz está preso em Araraquara, enquanto o outro está detido em Casa Branca. As mulheres ainda não foram presas. Comércio - Qual era o raio de ação do bando? Dallaqua - A droga vinha de Ribeirão Preto para Franca, mas existe também uma conexão com Araraquara. A maconha chega à região proveniente do Paraguai. Já a cocaína, vem da Bolívia e Colômbia.

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