Futebol e Copa do Mundo mudam a rotina de muitas pessoas e afloram o sentimento de torcedor, não importa em qual país esteja e se acompanha ou não o esporte. Pela quarta-de-final de hoje, com o jogo entre Alemanha e Argentina, pelo menos duas pessoas em Franca se interessam pela vitória, de uma ou de outra seleção. Entre elas está a professora de alemão, que trocou Munique pela cidade do calçado há 42 anos, Erna Abdala, e o pseudo-argentino Douglas Dourado, 20, que apesar de brasileiro, tem uma paixão especial pela seleção dos “hermanos”.
A bola nunca foi uma grande paixão, mas durante a Copa, ela disse ser impossível passar por despercebida. “Não sei nome de jogadores, mas quando tem jogos a gente acompanha. Eu mesmo não gosto de assistir porque fico nervosa.”
Segundo ela, a execução do hino alemão durante as partidas é um dos momentos mais bonitos. “Espero que a Alemanha vá bem, mas o Brasil é onde estão os bons jogadores.”
Já Douglas Dourado, apesar de brasileiro, se trancará no quarto hoje, durante seu período de almoço, para assistir ao confronto. O interesse pelo futebol argentino surgiu desde criança, ao ver jogos da seleção. “Sou Argentina na alegria e na tristeza”.
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