O diretor do Posto Mário Roberto, Fernando Seixas, disse ontem que é preciso um policiamento intensivo na região da rotatória da Avenida Champagnat durante e ao término de jogos da seleção brasileira. O estabelecimento dele, localizado onde aconteceu a briga, serviu como refúgio para muitas pessoas que tentavam fugir do tumulto.
“Gasto R$ 500 com oito seguranças. Tem funcionário que está com medo de vir trabalhar no sábado por causa dessa confusão”, reclamou.
No Habib’s, um restaurante situado na esquina oposta ao posto de combustíveis, dois funcionários ficaram levemente feridos e parte da loja ficou destruída. “Parecia uma praça de guerra, foi assustador”, disse o supervisor Weber Rodrigues Malaquia, que trabalhou no dia do tumulto. Durante o sábado haverá seis seguranças trabalhando antes e após o jogo do Brasil.
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