Franca não tem casos da doença há anos


| Tempo de leitura: 1 min
Nos últimos seis anos não houve nenhum caso de hantavírus em Franca. Fernando Baldochi, responsável pela Divisão de Vigilância em Saúde no município, lembrou que ocorrências da doença na área urbana não são comuns, embora possam acontecer. “Eu sei que, pelo menos nos seis anos em que estou atuando na Vigilância, nenhum caso foi registrado”, disse. Mesmo assim, é importante seguir à risca alguns cuidados: não deixar a casa fechada por muito tempo, não deixar madeira, lixo ou folhas acumuladas perto da casa e não comer frutos caídos ou que estejam próximos ao chão. A doença é transmitida através da inalação de fezes e urina de ratos silvestres infectados pelo hantavírus. As partículas dispersas no ar entram no organismo após serem inaladas. Fernando Baldochi recomenda que nunca se limpe um local (onde pode haver ratos) a seco. Antes de varrer, a melhor opção é molhar a área. Na maioria dos casos registrados, os ratos vivem nas áreas rurais, lembrou Baldochi. Entre os sintomas da doença estão: febre acima de 38 graus, dores musculares e dificuldade de respirar. Caso o paciente tenha estado na zona rural nos últimos 60 dias e apresente esses sintomas, deve procurar um médico. De acordo com Baldochi, apenas ratos silvestres transmitem a doença. Nenhum outro animal, mesmo ratos da cidade - como camundongos ou ratazanas -, hospedam o vírus. Também não há nenhuma comprovação de transmissão entre seres humanos contaminados. A precaução é a única forma de evitar a doença. Não há vacina contra a hantavirose. Mas, apesar do risco de morte, a doença tem cura. Para isso, aos primeiros sintomas é importante que a pessoa procure uma unidade de saúde.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários