PARA OS PEQUENOS

O Hospital do Câncer de Franca pretende inaugurar em oito meses a Ala de Oncologia Infantil “Rionegro e Solimões”.

23/06/2006 | Tempo de leitura: 2 min

Campanha do jornal Comércio da Franca para ajudar na contrução da ala infantil do Hospital do Câncer continua
Campanha do jornal Comércio da Franca para ajudar na contrução da ala infantil do Hospital do Câncer continua
O Hospital do Câncer de Franca pretende inaugurar em oito meses a Ala de Oncologia Infantil “Rionegro e Solimões”. Atualmente a entidade atende 920 pacientes, dos quais 17 crianças, e precisa de uma área específica para o atendimento pediátrico. O novo espaço beneficiará pequenos pacientes, como Eliza Aparecida da Cruz Ribeiro, de 2 anos e meio. A criança é de Rifaina e desde outubro de 2005 trata um tumor (hemangioma cavernoso) na bochecha esquerda. Eliza nasceu com ele, mas os pais não haviam percebido e somente com o aumento do caroço no rosto puderam detectar o problema. Feita a biópsia, a garotinha iniciou medicações para combater o tumor e atualmente passa por consulta e exames no Hospital do Câncer local de quinze em quinze dias. O acompanhamento continuará pelos próximos meses. A mãe dela, a professora Vera Lúcia da Cruz Ribeiro, 32, está na torcida para que a entidade consiga construir a ala infantil o mais breve possível. “O hospital precisa de um local adequado para as crianças com câncer serem atendidas. Tenho certeza que o tratamento da Eliza e de outros pacientes será beneficiado com as mudanças na estrutura e torço por isso”, disse ela. PRIVACIDADE Construir a ala infantil é uma preocupação com a saúde física e emocional dos pacientes com câncer. O oncologista pediátrico Reynaldo José Sant’Anna explica que o contato entre adultos e crianças interfere nos dois lados. “Ao ver crianças doentes, os pacientes mais velhos costumam ficar muito sensibilizados e fragilizados, o que os afeta emocionalmente. O mesmo acontece com as crianças, principalmente quando pacientes maiores estão com sondas ou tumores expostos, algo bastante comum.” Haverá mais vagas para consultas, sessões de quimio e radioterapia de crianças e jovens, entre 0 e 20 anos. “Hoje, essa faixa etária fica numa sala de espera improvisada. O espaço não é como gostaríamos. A ala aperfeiçoará nossa estrutura, ampliará a capacidade de atendimento simultâneo, sem que os pacientes precisem esperar o procedimento”. A ala para a medicação infantil tem capacidade para apenas três pessoas por vez. LOCALIZAÇÃO O novo espaço do HC está sendo construído no mesmo complexo da entidade e deverá estar pronto em fevereiro. O local terá dois andares e custará R$ 1 milhão. O dinheiro será arrecadado em campanhas e apoio de empresas, como do Comércio da Franca. O jornal lançou a campanha “Assine Esta Obra” e repassará R$ 91 das assinaturas novas feitas até dia 30 para o hospital (veja em texto nesta página como contribuir).

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