Responsável pela identificação e prisão da quadrilha de traficantes, o delegado Pedro Luiz Dallaqua contou detalhes das investigações.
Comércio da Franca - Como a Polícia Civil chegou aos criminosos?
Pedro Dallaqua - Conseguimos autorização da Justiça para monitorar o telefone de um dos traficantes e descobrimos toda a transação. Havia um indivíduo preso na cadeia do Guanabara que conversava com um traficante de Ribeirão Preto. Este explicava como a droga viria para Franca no sábado. Interceptamos o carro que transportava o carregamento de maconha e prendemos os integrantes da quadrilha.
Comércio - Quantas pessoas fazem parte do bando?
Dallaqua - Temos provas concretas do envolvimento de sete pessoas, mas as investigações ainda não acabaram. Apenas o líder está em liberdade, mas já pedimos sua prisão à Justiça. Nosso objetivo, agora, é identificar a pessoa de Ribeirão. Acreditamos que ele mantém um depósito de drogas naquela cidade.
Comércio - A polícia calcula a quantidade de droga distribuída pelo bando em Franca?
Dallaqua - Pelo menos 20 quilos de maconha por semana. Eles também vendiam cocaína, haxixe e crack. Apuramos a informação de que estariam começando a vender LSD e ecstasy.
Comércio - É o maior número de traficantes que agia em Franca?
Dallaqua - É possível que existam outras quadrilhas maiores. Pretendemos melhorar a situação na praça da Vila Santa Luzia. Ainda sobraram traficantes lá, mas, se a população no ajudar com denúncias anônimas, vamos mandar todos para a cadeia.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.