UMA PARTIDA COM RILDO


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No último artigo, disse que o Brasil tinha que ganhar e bem. Temos que conviver com o estilo Parreira, sempre cauteloso porque não vamos sair disto. Hoje, contra o Japão, não tenho palpite. Prefiro falar do Zico, e sabem por quê? Porque nunca ganhou nada e em 1978, estava eu na Argentina, ele simplesmente desapareceu em campo. Depois, no Mundial da Espanha e México, foi a mesma coisa. Hoje espero que o Brasil ganhe bem. Agora, vamos falar da Alemanha. Estou em Colônia, bela cidade. Ao entrar vi a catedral, fantástica. O prédio foi construído no estilo gótico e começou a ser erguido no século XIII, levando mais de 600 anos para ser finalizado. As duas torres possuem 157 metros de altura, com comprimento de 144 metros e 86 metros de largura. Mesmo com os ataques de bombas na Segunda Guerra Mundial, ela se manteve de pé e foi reformada. Fui conhecê-la com um amigo e não tenho palavras para explicar sua beleza. Vim de Munique, passando em belas cidades, sempre encontrando os brasileiros por onde passava. Até por razão dessa viagem e do curto espaço tempo, não consegui escrever e fiquei esses dois dias sem publicar os artigos. Ah, e antes que eu esqueça, quero contar um sonho que realizarei hoje. Enquanto o Brasil não entrar em campo com o Japão, será eu quem jogará. Será uma partida de futebol com meu ídolo dos bons tempos do Botafogo: Rildo. Ele, ao lado de Garrincha, Nilton Santos e Zagallo (assistente técnico do Parreira atualmente), formou o melhor time do mundo na época (Wagner é botafoguense roxo). Acho que ainda sei jogar, pois não posso decepcionar meu grande ídolo nessa partida que será inesquecível. Depois desse futebol, escreverei nesse espaço como tudo aconteceu e algo mais. Por favor, recebam todos o meu abraço e continuem mandando email para wagner.garcia@netsite.com.br. Responderei as dúvidas da Alemanha.

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