Outros dois casos em que as vítimas receberam ligações telefônicas, provavelmente de presidiários, foram registrados pela polícia nas últimas horas. No primeiro deles, a pespontadeira SGB, 53, moradora do Jardim Guanabara, recebeu a ligação e, do outro lado da linha, o homem dizia que seu marido havia sido seqüestrado e para ser liberto do cativeiro, ela teria que depositar certa quantia em dinheiro em uma conta bancaria. A mulher não deu ouvidos às ameaças e desligou o telefone. “É muito importante que as pessoas não façam o que mandam os golpistas e que na dúvida, comuniquem os fatos a polícia, antes de efetuar qualquer tipo de pagamento”, disse o delegado Jairo Antônio dos Santos.
No segundo caso, uma pessoa, identificando-se como agente da Polícia Federal, ligou no celular do comerciante SRC, 29, morador da Vila Santa Luzia e disse que seu aparelho estava clonado e para que pudesse auxiliá-lo nas investigações a respeito, ele teria que desligar o telefone por cerca de meia hora, mas antes deveria digitar alguns números. A vítima não acreditou na história, desligou o celular sem fazer o que pedia o indivíduo e procurou ajuda da polícia. Neste caso, a suspeita é que após fazer o que pedia o golpista, o comerciante teria o seu chip do celular clonado.
As tentativas de golpes são as mais variadas possíveis. Os crimi-nosos até chegam a se passar por integrantes do corpo de bombeiros para obterem informações das pessoas para posteriores ações criminosas.
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