Opinião do leitor


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‘JOSÉ: DORES E FALTA DE DIAGNÓSTICO PRECISO’ Gostaria que o Comércio continuasse acompanhando o caso e cobrasse da Secretaria de Saúde a solução. Marlene Martins é leitora do site www.comerciodafranca.com. br Acredito que há profissionais capazes na cidade de Franca. Não é preciso enviar o paciente para Ribeirão. Aposto que, se o jornal continuar cobrando as pessoas (vereadores, prefeito, membros da Secretaria de Saúde, pessoas nas quais depositamos confiança quando votamos nelas), começar a dar nomes aos bois (para que a população, em favor de quem não foram, porventura, tomadas as devidas providências, saiba), aí eles agirão. Marlene Martins é leitora do site www.comerciodafranca.com.br Isso é uma falta de vergonha mesmo. Esses “fdp” só querem dinheiro para “zoeira” e não fazem o que realmente é preciso. Se não houvesse a cobrança da mídia, tenho certeza que nenhuma providência seria tomada. Concordo com a Marlene. O jornal deve acompanhar esses casos até o fim e, inclusive, denunciar outros!!!! Aline é leitora do site www.comerciodafranca.com.br Um médico que se formou para cuidar das pessoas deveria ter vergonha de não dar o atendimento necessário às pessoas que tanto necessitam de atenção. Enquanto isso, muitas pessoas dessa área (médicos) ganham dinheiro igual água para não fazerem nada para quem tanto precisa. William é leitor do site www.comerciodafranca.com.br MEDO DO PRÓPRIO FILHO O caso do JPL, somente Jesus pode salvar. Não adianta internar, prender, passar por médicos para fazer desintoxicação. D. Maria, lute pelo seu filho. Ainda existe uma solução: Jesus. Adilson Herculino é leitor do site www.comerciodafranca.com.br ”NÃO DÁ PARA CONCORRER NOS PREÇOS” (Sobre a situação dos pequenos mercados frente à concorrência das redes estrangeiras de hipermercados que estão se instalando em Franca) A solução para pequenos é se associar em cooperativas ou franquias como fizeram muitos pequenos na Grande São Paulo. Melhor que um Carrefour são vários Dia (franquia) espalhados pela cidade. Certamente poderão oferecer melhores produtos e serviços à população dos bairros. Assim, quem ganha é a população francana, com redução dos custos de vida, pois terá acesso a preços e qualidade de produtos até então inacessíveis à população. Luiz Carlos é leitor do site www.comerciodafranca.com.br

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