COMENTÁRIO SOBRE EDITORIAL A RESPEITO DO MLST
Num país onde as minorias raramente são ouvidas, vocês queriam o quê? Num país onde é muito mais fácil construir presídios do que investir em EDUCAÇÃO, vocês queriam o quê? A “barbárie”, meus caros, nesse contexto, é um grito solitário de um povo oprimido pela elite parcial e sanguessuga, que num balé vampiresco, extrai das minorias escravizadas todo o sangue de que precisam para se manterem vivas. Eis o grito da “senzala” contra um patriarcado secular. A massa escravizada um dia daria a resposta. Ei-la, vestida de facções e movimentos que clamam por seus direitos. Há opção de mudança? Sim, EDUCAÇÃO. O caminho é dar oportunidade e geração de renda para as classes menos favorecidas, ensinando-os a buscar os caminhos da prosperidade a que todos têm direito. Justiça, Ética e Honra. Isso falta aos “digníssimos” senhores deputados.
Cláudia Maria
é leitora do site www.comerciodafranca.com.br
AINDA SOBRE O POLÊMICO EDITORIAL
Bastante corajosa a coluna Objetiva (14.06.2006) ao comentar a situação de desgoverno que o País vive sob Lulla. Concordo plenamente com as palavras do editorial: é hora de um basta e para isso é fundamental que os diversos setores sociais que prezam a democracia nesse País e têm a perspectiva do progresso e do desenvolvimento, se aliem e juntos afirmem, nas proximas eleições, o seu repúdio à política de corrupção e desrespeito às instituições democráticas que vêm assolando o País. É preciso que fique claro que a corrupção comandada por Lulla e sua quadrilha do PT é a mais terrível e letal para a democracia: ela rouba a fidelidade do povo às instituições democráticas construídas com tanto sacrifício e que são a nossa possibilidade de uma convivência pacifica, produtiva e progressiva. Mais que isso: roubar para se manter no poder é estilhaçar por inteiro as instituições da República e trabalhar contra a possibilidade de a cultura política brasileira se conjugar em definitivo com a democracia. Foi esse o grande assalto que o PT promoveu: roubar a nossa crença na democracia com a afirmação, de fato, que “todos os políticos são iguais”, todos roubam, todos fazem caixa 2, e assim por diante. Em Franca, como de resto no Brasil, há líderes petistas que ainda continuam a afirmar que nada existiu e que nada foi provado. Franca precisa se afirmar como uma cidade que quer superar o petismo definivamente. O Brasil precisa superar o petismo e é preciso fazer isso política e democraticamente. E a única solução para o PT é a sua conversão à democracia e ao respeito às instituições da República. Em política, os fatos definem os atores e protagonistas. O PT não pode se dizer democrático apoiando quem conspira e pratica o golpismo contra as instituições democráticas da República.
Alberto Aggio
é historiador
BAIXARIA NA CÂMARA
(Comentário sobre a matéria ‘Afonso quebra o pau com Chinaglia’) Acho um absurdo o que anda acontecendo com a Câmara de vereadores de Franca. Nunca se viu tanta baixaria. Tem vereador que dorme, tem outro que não respeita funcionários, vários que não sabem apresentar um projeto, outro que não sabe nem conversar. A que ponto chegamos? Estamos muito mal representados, essa é que é a verdade. Infelizmente, enquanto as pessoas continuarem a trocar seus votos por cervejas e jogos de camisas de futebol, serão essas as cenas que veremos em Franca. Acredito que o funcionário antigo da Câmara foi infeliz em seu comentário, mas tão perto a tudo isso, não aguentou tanta ignorância. Tá perdoado, Afonso.
Eugênio Lemes
é leitor do site www.comerciodafranca.com.br
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