ATERRO SANITÁRIO
A inauguração do novo aterro sanitário de Franca, como tudo na administração de Sidnei Franco da Rocha, é um verdadeiro engodo.
Consultando a página da CETESB na internet, descobri que a licença dada à Prefeitura é precária, sob o número 27000105-LO.
Precária. Isto quer dizer que a administração não cumpriu todas as exigências elencadas na Licença de Operação. Enquanto isso, a administração está em busca de alguém competente que dê a devida assistência na execução das obras necessárias. Tudo isto porque foram dispensados aqueles que estavam melhor preparados para enfrentar este grande desafio. Além disso, está contratando irregularmente ex-funcionários para desempenhar funções que foram extintas junto com o DINFRA. Com a palavra, aqueles que têm o dever de fiscalizar as ações do governo municipal.
Elson Daniel Guilherme
é Tecnólogo em Construção Civil
MAIS UM ANO DE ESPERANÇA
Ano de eleição, ano de esperança. E vamos nós para mais uma batalha nas escolhas de nossos representantes, seja para governador, para deputados, para presidente. Depois de tantos escândalos políticos, é com grande desânimo, mas, impulsionados pela esperança de um País melhor, que escolheremos a dedo as pessoas que nos proporcionarem idéias interessantes e que façam diferente do que os que passaram pelo poder e nos decepcionaram.
Há muitos anos atrás, centenas de pessoas lutaram sem cessar para o direito ao voto, e hoje é estranho ver que exercer a cidadania nas urnas é simplesmente mais uma vez de incertezas, de dúvidas e de esperança. Não que não tenha valido a pena a luta daquelas tantas pessoas para que hoje pudéssemos votar, mas o que fazer diante de tanta corrupção? A cada voto, uma decepção.
Num País onde ainda se exploram crianças, onde se tem para com as pessoas pobres um descaso banal e onde a assistência para quem mais precisa é extremamente esquecida, é de uma tremenda desumanidade para com todos os brasileiros. E, infelizmente, são muitos os que esquecem que a maioria da população é pobre e fazem questão de aprontar e até dançar, para a nossa indignação ficar ainda maior.
Mas, o pior está por vir. Teremos o desprazer de assistir a longos horários políticos cheios de atores e atrizes (com exceções é claro), que dispõem de seu tempo para nos iludir com o País que queremos para o presente e futuro.
Finalmente, chegam ao poder, e nós mesmos nos questionamos: será que vai ser sempre assim? Ou: até quando vai isso? Todos falam as mesmas coisas com diferenças desconsideráveis, outros têm idéias de Primeiro Mundo, mas, chegando ao poder, que fazem por nós? Será que lembrarão das propostas feitas, das necessidades vistas daqui de baixo?
Ano de eleição, começa mais uma caminhada para esperança de um Brasil melhor e o prazer de dever cumprido.
Ana Luiza Silva
é leitora do Comércio
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