Na partida entre Itália e Estados Unidos, hoje, às 16 horas, estará em xeque a classificação de um e o desespero do outro em levantar-se após uma goleada.
Os norte-americanos têm a terceira pior defesa da Copa do Mundo, com apenas 15 desarmes feitos, frente a Suécia, líder nesse quesito, com 71. Já os italianos não são os melhores no ataque, mas estão à frente dos adversários. Diante dessa superioridade não tão grande, os jogadores do velho continente não falam em favoritismo.
O meia Andrea Pirlo pediu aos companheiros que não subestimem os EUA. “Não conhecemos muito os jogadores e, por isso, iremos assistir alguns vídeos de seus jogos. Queremos os três pontos, mas não será fácil”, comentou. O técnico Marcelo Lippi também é da mesma ideologia.
Com relação à escalação, Lippi prefere fazer surpresa em colocar como titular o zagueiro do Juventus, Zambrotta, e o meia do Milan, Gattuso, que estavam contundidos.
Para o treinador dos Estados Unidos, Bruce Arena, o ataque do oponente é o mais preocupante. “É fundamental que anulemos Gilardino e Toni. Em uma lista dos dez melhores centroavantes do mundo, certamente eles estariam presentes”, disse.
Também pelo grupo E, a República Tcheca defende a liderança na partida contra Gana, às 13 horas. Os dois estreantes estão nos opostos porque o primeiro venceu de 3 a 0 sobre os EUA e o segundo perdeu de 2 a 0 para a Itália. O maior problema para o treinador Bruckner será a ausência dos atacantes titulares Jan Koller e Milan Baros, contundidos. O substituto principal será Vratislav Lokvenc, que atua bem em jogadas aéreas. Será uma dessas seleções que será o oponente do Brasil em uma possível oitavas-de-final.
Já no grupo D, Portugal entrará em campo contra o Irã, às 10 horas, buscando ser o líder do grupo e ficar mais perto da classificação. Se a seleção do Oriente Médio não vencer, estará eliminada da Copa.
Luiz Felipe Scolari estará defendendo um recorde entre os treinadores, que é o que mais venceu jogos consecutivos em Mundiais. O triunfo, pertencente a ele após a vitória na segunda-feira, é de sete.
E a realidade do técnico do Irã, o croata Branko Ivankovic, é diferente do colega e sofre com as duras críticas da imprensa iraniana. Pelo menos ele poderá contar com o atacante com maior número de gols internacionais, Ali Daeli.
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