Mel é alimento e não remédio


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Abdalla Abrao Dwager, dono de uma empresa de transformação de mel,  encontrou na variação de produtos uma forma de  aumentar as vendas
Abdalla Abrao Dwager, dono de uma empresa de transformação de mel, encontrou na variação de produtos uma forma de aumentar as vendas
Utilizar mel como remédio não faz mal, mas sua eficácia é contestada. “O mel não é remédio. Ele tem algumas propriedades antibacterianas, mas não deve ser usado como remédio”, disse o médico pediatra Eduardo Simões. Segundo ele, o mel, assim como o açúcar, é calórico e pode causar cárie nas crianças. Mesmo assim, quem usa o produto continuamente como alimento garante as propriedades benéficas do produto. A dentista Karen de Souza Accari, 34 anos, é consumidora do produto e compra mel e própolis do seu primo, que é apicultor em Franca. De acordo com ela, o mel é utilizado na sua casa para evitar doenças respiratórias. A dentista tem dois filhos gêmeos de três anos que consomem mel diariamente. “Eu dou mel de colher para eles duas vezes ao dia, primeiro no começo da manhã e depois na hora de dormir. E eles não apresentam doenças respiratórias, pois comem mel há dois anos”, diz a dentista, que é adepta de produtos alimentícios naturais. A vendedora Vanessa de Melo Garcia, 26, também consome mel diariamente. Para ela, o produto é bom na prevenção da gripe. “A minha nutricionista recomendou para problema intestinal também e nunca mais parei consumir”, afirma Vanessa, que prefere o mel com laranja.

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